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Inglês para crianças: quando os baixinhos devem começar a estudar?

Inglês para crianças: quando os baixinhos devem começar a estudar?

Education | 10/10/2019

Cada vez mais, a fluência em uma nova língua é decisiva no mercado de trabalho. Por ser um idioma universal, o inglês para crianças já é uma realidade e ganha cada vez mais adeptos no Brasil.

Porém, quando é o melhor momento de matricular os baixinhos em um curso de idiomas? Antes ou depois da alfabetização? Como garantir que os pequenos não esqueçam o que for ensinado nessa fase da vida e que o investimento não seja em vão?

São muitas as questões e é por isso mesmo que estamos aqui. Confira este texto até o final e tire suas principais dúvidas sobre o tema. Boa leitura!

Qual a melhor idade para começar a estudar inglês?

Em comparação aos adultos, as crianças têm muito menos preocupações ou compromissos. Quando isso é associado a uma metodologia interativa e lúdica desenvolvida especialmente para elas, é muito mais fácil aprender se divertindo.

Quanto mais cedo uma criança tem contato com uma nova língua, maior a sua desenvoltura nela futuramente. Veja bem: para os mais novos, o foco deve ser estimular o contato com o inglês e não necessariamente criar uma rotina de estudos.

Além disso, o mundo globalizado em que vivemos favorece a troca de informações e produtos midiáticos vindos dos Estados Unidos e de outros países anglófonos. Naturalmente as crianças têm contato com músicas, séries e filmes que falam inglês.

Quanto mais a criança perceber que pode desbravar todo um novo mundo de possibilidades por saber falar a língua, mais interesse ela terá em continuar aprendendo. É comum que isso aconteça sem que a criança se dê conta — mas acredite: o contato com fonemas e vocabulários desde a primeira infância pode fazer uma grande diferença na aquisição da fluência.

Por que estudar inglês desde a primeira infância?

Agora que você já sabe que o seu baixinho deve começar a estudar inglês o quanto antes, confira a seguir os cinco principais motivos pelos quais você deve investir nisso ainda na primeira infância.

Desenvolvimento cognitivo

Na primeira infância — período normalmente entendido dos 0 aos 6 anos — as crianças podem ser consideradas pequenas esponjinhas quando o assunto é aprender uma nova língua. Afinal, elas estão, inclusive, aprendendo a própria língua materna durante todo esse período.

Diferentemente de um adulto que decide aprender inglês, a criança nessa fase ainda não tem tantos vícios de linguagem e nem desenvolveu todos os processos cognitivos necessários à utilização do português, por exemplo. Isso significa que a compreensão de fonemas e até mesmo de vocabulário é mais simples e pode ser mais facilmente “fixada”.

Melhora no rendimento escolar

Existe uma velha crença de que a criança não deve estudar um segundo idioma enquanto se alfabetiza em português, uma vez que ela pode vir a confundir as línguas. Pois saiba que esse risco não existe. O contato com a primeira língua se dá em diferentes domínios — colégio, casa, rua etc —, enquanto o convívio em inglês é bem mais restrito.

Ainda que esse não fosse o caso, como acontece com crianças bilíngues, aprender um idioma vai além de conhecer regras gramaticais ou decorar uma extensa lista de vocabulário. O raciocínio lógico e a concentração são estimulados, o que pode ajudar no desempenho na escola regular.

Além disso, é possível trabalhar a criatividade dos pequenos, especialmente entre os mais jovens. Nessa fase, as aulas costumam ser construídas em torno de atividades lúdicas que, para os pequenos, mais parecem brincar do que estudar.

Vocabulário mais rico

Não importa a sua idade, você provavelmente não tem o domínio de 100% do vocabulário da língua portuguesa. Tendo isso em consideração, fica mais fácil entender por que o inglês para crianças traz vantagens na aquisição de um glossário mais extenso.

Quanto mais cedo se der o contato com a língua, mais tempo a criança tem para se familiarizar com a morfologia e o fonema das palavras, além da utilização delas em diferentes contextos.

Além disso, os idiomas vêm passando por diferentes transformações, especialmente por conta da influência da internet e da tecnologia no dia a dia dos jovens. Assim, estudar inglês desde a primeira infância é ainda mais benéfico para as novas gerações, que podem se acostumar com esses neologismos desde cedo.

Aquisição de fluência facilitada

Uma pessoa é considerada fluente em um idioma quando ela consegue estabelecer conversas de forma fluida e natural, expressando e compreendendo pensamentos (o que pode envolver escrita, fala, audição e/ou leitura). Além disso, essa habilidade precisa se estender a mais de um domínio — profissional, acadêmico e social/pessoal, por exemplo.

Não parece ser simples e realmente não é. Quanto maior o tempo de exposição ao inglês, mais fácil é compreender os diferentes aspectos que envolvem a utilização da língua nos seus mais variados contextos.

Contato com outras culturas

Ao estudar inglês em uma instituição de qualidade, o aluno tem um mínimo de contato com a cultura norte-americana — ou anglófona de forma geral. Quanto mais cedo a criança desperta interesse por outras culturas, mais cedo ela passa a enxergar a diversidade como algo familiar.

Conhecer outras datas comemorativas, descobrir que noções do que é considerado humor podem variar de um país para o outro ou entender que as pessoas têm valores diferentes parecem aspectos básicos. Porém, em um mundo com opiniões cada vez mais polarizadas, trata-se de algo que faz a diferença no futuro profissional dessa criança, em que ela certamente precisará lidar com as diferenças.

Aprender inglês é um processo gradual, que não acontece da noite para o dia — se você parar para pensar, foi assim que você aprendeu o português. Quanto mais cedo a criança tiver contato com um novo idioma, mais facilidade ela terá de internalizar diferentes aspectos da língua.

Independentemente da idade do seu filho, o inglês para crianças é um bom investimento, especialmente para o longo prazo. Para garantir sucesso nessa empreitada, é preciso buscar por uma instituição que respeite os limites dos alunos, que ofereça um bom atendimento a pais e responsáveis e que tenha metodologias de ensino e aprendizado adaptáveis à realidade de cada criança.

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