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A KNN Idiomas possui cursos para todas as idades a partir dos 4 anos. Além disso, temos módulos direcionados a quem já possui conhecimentos no inglês e busca maior domínio. E aí? Qual curso KNN é perfeito pra você?
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A KNN Idiomas cresce de forma constante, até mesmo enquanto você lê este texto. Nossa expansão caminha para a marca de 250 unidades inauguradas em todo o Brasil e, algumas com menos de um ano de funcionamento, já sentiram a necessidade de reformar ou até mesmo trocar de ponto por conta da alta demanda.


Uma delas é a unidade de Cruzeiro, em São Paulo. Inaugurada em janeiro deste ano, já passou por duas reformas desde então. Agora, faltando menos de cem matrículas para atingir mil alunos, novas cinco salas estão sendo construídas para suprir esta ascensão. “A evolução de nossa escola nos surpreende mês a mês, não imaginávamos que passaríamos por reformas tão cedo e já iniciamos a terceira. Estamos crescendo junto com nossos alunos e isso nos dá uma enorme satisfação”, afirma o franqueado Jonatas Detimermane.


A KNN Idiomas de Bertioga, São Paulo, abriu as portas em novembro de 2017 e em pouco tempo foi vista a necessidade de mudar de ponto para comportar e garantir mais conforto a seus 650 alunos. “O segredo deste sucesso é a relação de confiança e parceria que estabelecemos com os nossos colaboradores, somos um time e corremos um pelo outro. Também fazemos o possível para seguir tudo que a matriz nos instrui porque sabemos que possui o know-how que precisamos. Nossa meta agora é chegar aos mil em fevereiro de 2019”, comenta o franqueado Guilherme Rufino.


Outra escola que percebeu esta mesma necessidade foi a unidade de Cubatão, no mesmo estado. Inaugurada no fim do ano passado, possui cinco vezes mais alunos desde a conversão para a rede KNN Idiomas, e hoje atuam em dois pontos na cidade. “Em menos de quatro meses de funcionamento já vimos a necessidade de expandir nossa escola para outra casa. Estávamos desacreditados no começo, porém este sucesso é reflexo da nossa vontade e, claro, do suporte completo que a KNN oferece”, afirmam os franqueados Mário Torres Filho e Roberta Cristina Pereira Torres.


“Estes franqueados são verdadeiros exemplos. Todo este crescimento se deve ao formato de trabalho adotado, bem como aos procedimentos que vieram a agregar após as conversões. São resultados que confirmam a importância de seguir todos os processos, se doar e, principalmente, amar este jeito único de trabalhar que a KNN possui. Estes franqueados só estão colhendo os frutos de um trabalho feito com amor, atenção e responsabilidade”, comenta Rennan Riedi, gerente regional do estado de São Paulo.

 

               

                                                       KNN Bertioga                                                                                          KNN Cruzeiro

                                                                            

                                                                                                             KNN Cubatão

Com um forte e contínuo plano de expansão pelo país, a KNN Idiomas almeja alcançar a marca de 250 franquias ainda este ano. Atualmente a rede está presente em 12 estados brasileiros com 218 unidades abertas ou em processo de abertura, sendo 60 delas a serem inauguradas nos próximos três meses.

Fundada em 2004, a rede KNN Idiomas nasceu no interior do estado de São Paulo a partir de um sonho: ensinar de forma rápida, prática e, principalmente, com respeito às individualidades de cada aluno. E é exatamente esta proposta, unida à qualidade no ensino, que conquista gradativamente seu espaço no mercado de idiomas do país.

Cada nova franquia recebe consultoria especializada e suporte presencial durante os dois primeiros meses de funcionamento, em que se trabalha junto com o franqueado para garantir que a escola esteja no rumo certo em cada um dos aspectos que compõem sua operação: comercial, pedagógico, marketing, administrativo e financeiro. Os franqueados contam com o apoio de uma equipe de marketing especializada, completamente voltada para desenvolver materiais gráficos, ações de marketing e novas campanhas para o uso da rede.

“A educação é um ramo de inesgotáveis possibilidades: é lucrativo e ao mesmo tempo gratificante, pois dá oportunidade de alcançar estabilidade financeira e, principalmente, transformar a vida das pessoas” - Paulo Bubola, diretor comercial da KNN Brasil.

Nada é mais indispensável para aprender um segundo idioma do que praticá-lo, dentro e fora da sala de aula. Desta forma, para contribuir com o aprendizado dos alunos, a KNN Idiomas de Lages, Santa Catarina, promoveu no dia 24 de agosto um evento de imersão total no inglês. O encontro aconteceu no The Basement, pub temático e com um ambiente especialmente criado para a conversação em inglês.

Os alunos a partir do Book 3 participaram de diversas atividades de conversação guiadas pelos professores, além de vários jogos durante a noite. De acordo com a teacher da KNN Lages, Alena Steffen, “foram momentos de muita interação, que tiveram como objetivo principal levar mais confiança aos alunos na hora da conversação. São experiências assim que preparam ainda mais o aluno e contribuem para uma fluência mais rápida e eficiente”.

Gutemberg Campos Bezerra, franqueado da unidade, pode perceber a reação positivas dos alunos assim que retornaram à escola. “Todos foram muito receptivos à nossa proposta desde o início e souberam muito bem aproveitar cada momento desta experiência. Não ficaram nervosos em momento algum e conseguiram entender e se comunicar com maestria”. Gutemberg afirma ainda que novos projetos já estão sendo pensados, sempre com a intenção de contribuir cada vez mais para o aprendizado e desenvolvimento dos alunos.

Confira algumas fotos do que rolou:

             

                                                                   

 

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O que é relativismo cultural e o que ele tem a ver com a sua viagem
Ao viajarmos para outros países, estamos sujeitos a conhecer novas culturas, novos povos e costumes diferentes. É, por isso, que o relativismo cultural deve ser levado em consideração em sua viagem.   Antes de mais nada, devemos entender do que se trata esse termo. O relativismo cultural parte do pressuposto de que cada cultura se expressa de forma diferente. Dessa forma, trata-se de pregar que a atividade humana individual deve ser interpretada dentro do contexto de sua própria cultura.   De acordo com a antropologia, o relativismo cultural é não julgar a cultura do outro a partir da sua, ou seja, evitar comparações dizendo que aquela é pior ou essa é melhor, porque cada povo se caracteriza por sua própria cultura. O relativismo cultural ganhou força no século XX, quando se tornou uma regra antropológica, combatendo a visão etnocêntrica e sem julgamentos culturais.   Mas, o que isso tem a ver com a sua viagem?   Calma, a gente explica! Quando você sai do seu país de origem com destino a outros lugares do globo terrestre, certamente se depara com alguns costumes e características culturais muito diferentes do que está acostumado no seu dia a dia.   Por exemplo, no Brasil, é comum e perfeitamente natural as mulheres se vestirem da maneira que acharem melhor e de acordo com as suas vontades. Já em países em que o islamismo é a religião predominante, por exemplo, como a Arábia Saudita, as mulheres vestem-se em sua exorbitante maioria com burcas, deixando apenas os olhos a vista.   A princípio, ao visitar países do Oriente Médio, como os Emirados Árabes ou Catar, você verá que essa cena é mais comum do que se imagina e isso pode causar certa estranheza, devido ao que julgamos como correto para nós baseados em nossa própria cultura.   O relativismo cultural tenta mostrar que, embora seja estranho à primeira vista, esse comportamento faz parte da cultura do país e deve ser respeitado. Dessa forma, falar sobre relativismo cultural é não julgar as diferentes culturas e também deixar um pouco de lado os seus costumes para expandir sua mente para conhecer outras culturas.   Às vezes, a cultura se apresenta mesmo nos gestos mais simples e naturais. Aqui no Brasil, é muito comum os homens usarem sunga quando vão à praia, não é mesmo? Já na Europa, por exemplo, as peças de roupa são ainda menores do que as sungas que vemos por aqui. Já nos Estados Unidos e principalmente nos países asiáticos, esse costume é visto com muita estranheza, a ponto de muitos locais aconselharem turistas estrangeiros a usar calções longos para entrar na água a fim de evitar constrangimentos.   Outro exemplo muito claro é conhecer países que vivem no regime socialista, como Cuba e Coreia do Norte. Nesse caso, o governo é extremamente rigoroso ao que a população consome de informações - é por isso que em muitos lugares nem existe internet ainda, ou se existe é extremamente rudimentar. Além disso, o controle com as tecnologias que chegam é muito forte.   Não importa para qual continente você irá, qual país será o seu destino, você sem dúvida alguma encontrará culturas e costumes muito diferentes do que aqueles que já está acostumado. Mas é extremamente importante durante a sua viagem entender o que se passa e aceitar a cultura local.   Os valores de cada sociedade só têm sentido no olhar do próprio povo que é adepto àqueles costumes, sendo difícil compreender ao ser visto de um olhar exterior. Para entender sobre cada cultura, é preciso entrar no lugar do outro e tentar entender seus costumes e conhecer sua cultura.  
10 dicas para praticar o turismo sustentável
O turismo é essencial para movimentar a economia de uma região, pois os visitantes se hospedam, se alimentam e buscam conhecer a cultura local. Fazer tudo isso de uma forma consciente é a principal ideia de praticar um turismo sustentável.   Descansar, se desligar dos problemas e curtir sem preocupação os dias de descanso são o grande objetivo de todas as férias, não é mesmo? Porém, engana-se quem pensa que férias não combina com responsabilidade. Ter uma atitude responsável durante a viagem é fundamental para que os que os destinos se mantenham vivos e aptos a receber mais turistas.   Pensando nisso, separamos algumas dicas sobre um turismo consciente:   Respeite a cultura e as comunidades locais   Além de conhecer as belezas do destino escolhido, você terá o prazer de ser inserido na cultura local. Aproveite para conhecer as diferenças e ouvir histórias que poderão ser agregadas a sua vivência e seu conhecimento sobre a região. Se preferir, procure um guia local ou ponto de turismo para se informar sobre as atrações.   Cuidado com a hospedagem   Ficar hospedado em frente a praia é lindo, certo? Pode até ser que sim, porém em muitos casos essas construções podem ter sido realizadas de maneira prejudicial ao meio ambiente.   Portanto, evite hospedar-se em estabelecimentos como beiras de rios, lagos, praias, topos de morros, restingas e manguezais ou outros ecossistemas frágeis. Procure lugares próximos aos locais que deseja conhecer, pois você poderá economizar em transporte e reduzir a emissão de poluentes.   Atenção aos passeios   Quando estamos de passagem por um local, preservá-lo acaba se tornando nossa responsabilidade. Por isso, muito cuidado com os resíduos que você gera quando visita determinados ambientes.   Se estiver em uma trilha, praia ou outro lugar onde não houver coleta de lixo, leve um saquinho para carregar os seus resíduos e destiná-los a um local correto, sem poluir o meio ambiente.   Cuide do local   Ao fazer passeios em áreas ambientais, não retire plantas e animais, pois isso pode prejudicar o ecossistema e atrapalhar a rotina dos habitantes locais. Foque-se em tirar boas fotos e encantar-se com a beleza do lugar.   Valorize o trabalho local   Ao levar qualquer tipo de lembrancinha para casa, valorize o trabalho de artesãos locais, que mantêm a cultura regional viva e usam o dinheiro em prol de suas famílias.   Entretanto, fique atento ao material usado e não compre um souvenir que possa ter causado dano à natureza, sejam plantas, árvores ou animais.   Nada de desperdício de água ou energia   Procure controlar os gastos com água e energia no local que estiver hospedado. Lembre-se de que a água é um bem precioso e que a produção de energia sempre tem um impacto no meio ambiente.   Você pode evitar a troca desnecessária de roupa de cama e toalhas, evitando assim o desperdício de água e energia. Não esqueça de, sempre que sair do ambiente, desligar a luz e todos os equipamentos que estiveram ligados.   Transporte consciente   Se o trajeto permitir, faça os passeios a pé ou de bicicleta, pois dessa forma não há emissão de gases poluentes. Procure planejar o roteiro da viagem de uma forma que não gaste combustível à toa.   Se não houver uma solução, junte alguns amigos e dividam um carro, pois assim a quantidade de veículos na rua será menor. Porém, prefira, sempre que possível, o transporte público como forma de locomoção.   Atenção para as malas   Seja seletivo na hora de separar as roupas e montar a sua mala. Escolha roupas versáteis, que podem ser utilizadas em diversas situações. Isso facilita o deslocamento e pode ajudar a diminuir os gastos com transporte e também economiza energia na lavagem.   Escolha empresas com compromissos socioambientais   Se for viajar por meio de uma agência de viagem, escolha uma que tenha comprometimento em preservar a natureza e a cultura local. Isso vale para tudo: hotéis, pousadas, campings e afins.   Tenha sua própria garrafa de água   Ao invés de comprar diversas garrafinhas de água de plástico, opte por comprar uma garrafa térmica e ir completando com bebedouros e locais que ofereçam o líquido de maneira gratuita. Além de você economizar nos gastos, você evita o descarte de materiais plásticos no meio ambiente.   Seguindo essas dicas, suas férias, além de muito proveitosas, serão conscientes e você poderá desfrutar de momentos incríveis, além de conhecer lugares e costumes locais de maneira mais intensa.
Viagem de volta ao mundo é um sonho possível?
Durante muito tempo, dar uma volta ao mundo era apenas coisas de ficção ou digno das aventuras de Marco Polo. Porém, hoje em dia, isso é muito mais mais fácil do que se imagina. Antes de mais nada, devemos esclarecer que uma viagem de volto ao mundo não necessariamente significa viajar o mundo todo. Ou seja, você não precisa ir para todos os lugares do mundo, mas pelo menos um por continente.   O primeiro passo é planejar!   Dar uma volta ao mundo demanda horas de pesquisas. Isso porque você precisa definir um itinerário para aproveitar melhor a viagem, nos países que deseja conhecer.   Faça uma lista desses lugares e pense no tempo de estadia em cada um deles. Pesquise informações básicas como exigência de visto, clima da região no determinado período e principais atrações para visitar e demais dados que você deseja saber.   O que fazer com as passagens?   Não há muito segredo: depois do roteiro definido, é hora de tirar o plano do mundo das ideias e enfim executá-lo. Em linhas gerais, existem duas maneiras práticas de comprar passagens para uma volta ao mundo.   A primeira delas é comprando os tickets avulsos por trecho, de acordo com a sua vontade. O grande benefício disso é a maior flexibilidade e a liberdade na hora de escolher os destinos, porém é mais trabalhoso e você poderá pagar um pouco mais caro de acordo com a demanda e a antecedência da compra.   A outra opção, e que pouca gente conhece, é adquirir uma passagem de volta ao mundo (conhecida internacionalmente como “round the world ticket”). Com esse bilhete, você pode reservar todos os voos da sua viagem com antecedência e garantir um roteiro definido.   Como funciona esse ticket?   Existem alianças entre companhias aéreas que vendem esse tipo de passagem, contando com simuladores online para você escolher os destinos desejados e montar um roteiro personalizado. Você pode conferir mais sobre isso neste link.    Existem algumas regras que variam de acordo com cada aliança, mas que em linhas gerais podem ser resumidas em:   - A viagem precisa necessariamente começar e terminar no mesmo país.   - A viagem deve ter uma duração mínima de 10 dias e máxima de 1 ano.   - É necessário ter no mínimo 3 trechos diferentes e no máximo 16.   - É preciso dar uma volta completa no globo, seguindo o mesmo sentido.   - O preço da viagem é calculado levando em consideração o número de milhas percorridas, a classe escolhida e o número de continentes visitados.   - Se você precisar alterar alguma data de voo, você poderá fazer sem pagar taxas, desde que dentro do prazo mínimo determinado pela aliança.   Uma viagem de até um ano pode custar a partir de US$ 5.000 (cerca de R$ 18.400), variando de acordo com os destinos escolhidos e a antecedência da compra.   De forma geral, essa é opção mais segura e pode até ser mais barata do que comprar os trechos de forma separada. Porém, ela pode deixar sua viagem com uma flexibilidade menor do que a outra opção.   Quanto tempo deve levar uma viagem de volta ao mundo?   Você provavelmente já escutou a expressão: "Volta ao mundo em 30 dias", certo? É perfeitamente possível realizar esse aventura nesse período. Como explicamos anteriormente, o limite mínimo de dias do ticket de volta ao mundo é até menor, de 10 dias.   Porém, é preciso pensar: uma viagem de 10 dias é mais indicada para quem quer "pisar" nos destinos, sem de fato conhecê-los. Em 30 dias, a correria continua grande: você pode ficar - usando o número máximo de trechos (16) - menos de dois dias em cada destino! Isso sem considerar o tempo perdido em deslocamentos e conexões.   Por isso, opte pelo máximo de tempo que você puder viajar, pois dessa maneira você terá tempo suficiente de conhecer, visitar e aproveitar os países escolhidos.   Os gastos são muito altos?   Além das passagens aéreas, você precisa pensar nos gastos que terá nos destinos que serão visitados. Há quem diga que você pode gastar US$ 50 por dia, mas é possível passar com bem menos, basta apenas pesquisar muito e apertar o cinto onde você conseguir.   Sites como o Numbeo disponibilizam tabelas atualizadas com os custos médios de vida em cada país. Gastos com passeios, atrações turísticas, bares e restaurantes podem ser vistos no TripAdvisor.   Além disso, você pode deixar os hotéis de lado e apostar em hospedagens alternativas, como pousadas mais baratas, hostels e Airbnb, que podem ajudar a reduzir os gastos consideravelmente.   Tudo varia de acordo com o estilo de vida do viajante. Você pode gastar muito com alimentação, ou optar por restaurantes mais baratos. A dica é não se privar do mínimo de conforto necessário para o seu bem-estar e tente sempre usar o raciocínio da compensação. Gastar menos na Europa, pode significar aproveitar mais na Ásia - ou vice-versa.   E meu dinheiro?   Usar o cartão de crédito em uma viagem de volta ao mundo ainda é a opção mais prática e segura - embora seja cobrada uma taxa de 6,38% de IOF a cada compra. Saques em conta corrente feitos no exterior também são taxados com a mesma porcentagem. No entanto, encontrar um caixa eletrônico que aceite o seu cartão pode não ser a tarefa mais fácil do mundo no litoral tailandês ou no Deserto do Atacama.     Dinheiro em espécie é ótimo para fugir das taxas dos cartões, mas há a preocupação adicional com a segurança. Porém, se preferir fazer dessa forma, leve nas moedas facilmente conversíveis como dólar ou euro.   Entendeu um pouco de como organizar sua viagem de volta ao mundo? Pode parecer complicado, mas com planejamento e muita força de vontade, você poderá fazer a viagem dos seus sonhos!  
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