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MODA, ARTE E CULTURA

A moda e a arte são temas que podem ser abordados sob vários pontos de vista, isto é, social, político, cultural e ambiental. As exposições que selecionamos além de serem intrigantes para os olhos expõem todas essas questões.

 

SCRAPS: FASHION, TEXTILES, AND CREATIVE REUSE

O tema Sustentabilidade tornou-se cada vez mais importante nos dias atuais, e a indústria da moda também está atenta a isso. A ‘Scraps: Fashion, Textiles, and Creative Reuse’ (Sucatas: moda, têxteis e reutilização criativa, em tradução livre) apresenta o trabalho dos designers Luisa Cevese Riedizioni, Christian Kim e Reiko Sudo  que   encontraram maneiras  criativas de retrabalhar os materiais têxteis e integrá-los em peças deslumbrantes que preservam tradições artesanais locais.

O evento vai até domingo (23) e acontece no Cooper Hewitt Smithsonian Design Museum, em Nova Iorque.

 

Luisa Cevese working on ?Spreads Threads? mat © Luisa Cevese Riedizioni

Luisa Cevese working on “Spreads Threads” mat © Luisa Cevese Riedizioni

 

WE WANTED A REVOLUTION: BLACK RADICAL WOMEN 1965-85

Ela concentra-se nas questões sociais, políticas, culturais e estéticas das mulheres de negras durante o início do feminismo da segunda onda. Uma mistura de história e arte apresentam os artistas e os ativistas que viveram nessa época.  Revolution faz parte de uma série de exposições e programas em comemoração ao 10º aniversário do Centro Elizabeth A. Sackler de Arte Feminista.

O evento acontece entre os dias 21 de abril a 17 de setembro de 2017 no Brooklyn Museum, Brooklyn, Nova Iorque.

 

Foto: divulgação

 

COUNTER-COUTURE: HANDMADE FASHION IN AN AMERICAN COUNTERCULTURE

Os anos 60 e 70 foram um momento monumental para a moda, cultura e política nos Estados Unidos. Com o Movimento de Direitos Civis para a Guerra do Vietnã, bem como Jackie Kennedy e Farrah Fawcett fazendo manchetes e revista abrangendo todo o país. No frenesi do tempo, uma nova geração se viu rejeitando os ideais americanos e promovendo um desejo de se afastar do consumismo do mercado de massa e da autossuficiência. Counter-Couture celebra os desenhos caseiros de artistas durante este tempo com tie-dye, bordados e patchwork sendo apenas algumas das muitas técnicas de bricolage que eles usaram para criações personalizadas. Cada dia era uma revolução para os seguidores da contracultura, e sua arte vestida era sua forma de expressar onde estavam politicamente e pessoalmente. A mostra é dividida em cinco seções: Funk & Flash, Concurso de Arte Denim de Levi’s, Couture, Performance e Estilo Psicodélico, cada um explorando uma faceta diferente da experiência de Contracultura.

A ‘Counter-Couture: Handmade Fashion in an American Counterculture’ estará disponível até o dia 20 de agosto de 2017 no MAD Museum, em Nova Iorque.

 

arte3

 

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O tema Sustentabilidade tornou-se cada vez mais importante nos dias atuais, e a indústria da moda também está atenta a isso. A ‘Scraps: Fashion, Textiles, and Creative Reuse’ (Sucatas: moda, têxteis e reutilização criativa, em tradução livre) apresenta o trabalho dos designers Luisa Cevese Riedizioni, Christian Kim e Reiko Sudo  que   encontraram maneiras  criativas de retrabalhar os materiais têxteis e integrá-los em peças deslumbrantes que preservam tradições artesanais locais.

O evento vai até domingo (23) e acontece no Cooper Hewitt Smithsonian Design Museum, em Nova Iorque.

 

Luisa Cevese working on ?Spreads Threads? mat © Luisa Cevese Riedizioni

Luisa Cevese working on “Spreads Threads” mat © Luisa Cevese Riedizioni

 

WE WANTED A REVOLUTION: BLACK RADICAL WOMEN 1965-85

Ela concentra-se nas questões sociais, políticas, culturais e estéticas das mulheres de negras durante o início do feminismo da segunda onda. Uma mistura de história e arte apresentam os artistas e os ativistas que viveram nessa época.  Revolution faz parte de uma série de exposições e programas em comemoração ao 10º aniversário do Centro Elizabeth A. Sackler de Arte Feminista.

O evento acontece entre os dias 21 de abril a 17 de setembro de 2017 no Brooklyn Museum, Brooklyn, Nova Iorque.

 

Foto: divulgação

 

COUNTER-COUTURE: HANDMADE FASHION IN AN AMERICAN COUNTERCULTURE

Os anos 60 e 70 foram um momento monumental para a moda, cultura e política nos Estados Unidos. Com o Movimento de Direitos Civis para a Guerra do Vietnã, bem como Jackie Kennedy e Farrah Fawcett fazendo manchetes e revista abrangendo todo o país. No frenesi do tempo, uma nova geração se viu rejeitando os ideais americanos e promovendo um desejo de se afastar do consumismo do mercado de massa e da autossuficiência. Counter-Couture celebra os desenhos caseiros de artistas durante este tempo com tie-dye, bordados e patchwork sendo apenas algumas das muitas técnicas de bricolage que eles usaram para criações personalizadas. Cada dia era uma revolução para os seguidores da contracultura, e sua arte vestida era sua forma de expressar onde estavam politicamente e pessoalmente. A mostra é dividida em cinco seções: Funk & Flash, Concurso de Arte Denim de Levi’s, Couture, Performance e Estilo Psicodélico, cada um explorando uma faceta diferente da experiência de Contracultura.

A ‘Counter-Couture: Handmade Fashion in an American Counterculture’ estará disponível até o dia 20 de agosto de 2017 no MAD Museum, em Nova Iorque.

 

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