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O que é relativismo cultural e o que ele tem a ver com a sua viagem

Ao viajarmos para outros países, estamos sujeitos a conhecer novas culturas, novos povos e costumes diferentes. É, por isso, que o relativismo cultural deve ser levado em consideração em sua viagem.

 

Antes de mais nada, devemos entender do que se trata esse termo. O relativismo cultural parte do pressuposto de que cada cultura se expressa de forma diferente. Dessa forma, trata-se de pregar que a atividade humana individual deve ser interpretada dentro do contexto de sua própria cultura.

 

De acordo com a antropologia, o relativismo cultural é não julgar a cultura do outro a partir da sua, ou seja, evitar comparações dizendo que aquela é pior ou essa é melhor, porque cada povo se caracteriza por sua própria cultura. O relativismo cultural ganhou força no século XX, quando se tornou uma regra antropológica, combatendo a visão etnocêntrica e sem julgamentos culturais.

 

Mas, o que isso tem a ver com a sua viagem?

 

Calma, a gente explica! Quando você sai do seu país de origem com destino a outros lugares do globo terrestre, certamente se depara com alguns costumes e características culturais muito diferentes do que está acostumado no seu dia a dia.

 

Por exemplo, no Brasil, é comum e perfeitamente natural as mulheres se vestirem da maneira que acharem melhor e de acordo com as suas vontades. Já em países em que o islamismo é a religião predominante, por exemplo, como a Arábia Saudita, as mulheres vestem-se em sua exorbitante maioria com burcas, deixando apenas os olhos a vista.

 

A princípio, ao visitar países do Oriente Médio, como os Emirados Árabes ou Catar, você verá que essa cena é mais comum do que se imagina e isso pode causar certa estranheza, devido ao que julgamos como correto para nós baseados em nossa própria cultura.

 

O relativismo cultural tenta mostrar que, embora seja estranho à primeira vista, esse comportamento faz parte da cultura do país e deve ser respeitado. Dessa forma, falar sobre relativismo cultural é não julgar as diferentes culturas e também deixar um pouco de lado os seus costumes para expandir sua mente para conhecer outras culturas.

 

Às vezes, a cultura se apresenta mesmo nos gestos mais simples e naturais. Aqui no Brasil, é muito comum os homens usarem sunga quando vão à praia, não é mesmo? Já na Europa, por exemplo, as peças de roupa são ainda menores do que as sungas que vemos por aqui. Já nos Estados Unidos e principalmente nos países asiáticos, esse costume é visto com muita estranheza, a ponto de muitos locais aconselharem turistas estrangeiros a usar calções longos para entrar na água a fim de evitar constrangimentos.

 

Outro exemplo muito claro é conhecer países que vivem no regime socialista, como Cuba e Coreia do Norte. Nesse caso, o governo é extremamente rigoroso ao que a população consome de informações - é por isso que em muitos lugares nem existe internet ainda, ou se existe é extremamente rudimentar. Além disso, o controle com as tecnologias que chegam é muito forte.

 

Não importa para qual continente você irá, qual país será o seu destino, você sem dúvida alguma encontrará culturas e costumes muito diferentes do que aqueles que já está acostumado. Mas é extremamente importante durante a sua viagem entender o que se passa e aceitar a cultura local.

 

Os valores de cada sociedade só têm sentido no olhar do próprio povo que é adepto àqueles costumes, sendo difícil compreender ao ser visto de um olhar exterior. Para entender sobre cada cultura, é preciso entrar no lugar do outro e tentar entender seus costumes e conhecer sua cultura.

 

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Ao viajarmos para outros países, estamos sujeitos a conhecer novas culturas, novos povos e costumes diferentes. É, por isso, que o relativismo cultural deve ser levado em consideração em sua viagem.

 

Antes de mais nada, devemos entender do que se trata esse termo. O relativismo cultural parte do pressuposto de que cada cultura se expressa de forma diferente. Dessa forma, trata-se de pregar que a atividade humana individual deve ser interpretada dentro do contexto de sua própria cultura.

 

De acordo com a antropologia, o relativismo cultural é não julgar a cultura do outro a partir da sua, ou seja, evitar comparações dizendo que aquela é pior ou essa é melhor, porque cada povo se caracteriza por sua própria cultura. O relativismo cultural ganhou força no século XX, quando se tornou uma regra antropológica, combatendo a visão etnocêntrica e sem julgamentos culturais.

 

Mas, o que isso tem a ver com a sua viagem?

 

Calma, a gente explica! Quando você sai do seu país de origem com destino a outros lugares do globo terrestre, certamente se depara com alguns costumes e características culturais muito diferentes do que está acostumado no seu dia a dia.

 

Por exemplo, no Brasil, é comum e perfeitamente natural as mulheres se vestirem da maneira que acharem melhor e de acordo com as suas vontades. Já em países em que o islamismo é a religião predominante, por exemplo, como a Arábia Saudita, as mulheres vestem-se em sua exorbitante maioria com burcas, deixando apenas os olhos a vista.

 

A princípio, ao visitar países do Oriente Médio, como os Emirados Árabes ou Catar, você verá que essa cena é mais comum do que se imagina e isso pode causar certa estranheza, devido ao que julgamos como correto para nós baseados em nossa própria cultura.

 

O relativismo cultural tenta mostrar que, embora seja estranho à primeira vista, esse comportamento faz parte da cultura do país e deve ser respeitado. Dessa forma, falar sobre relativismo cultural é não julgar as diferentes culturas e também deixar um pouco de lado os seus costumes para expandir sua mente para conhecer outras culturas.

 

Às vezes, a cultura se apresenta mesmo nos gestos mais simples e naturais. Aqui no Brasil, é muito comum os homens usarem sunga quando vão à praia, não é mesmo? Já na Europa, por exemplo, as peças de roupa são ainda menores do que as sungas que vemos por aqui. Já nos Estados Unidos e principalmente nos países asiáticos, esse costume é visto com muita estranheza, a ponto de muitos locais aconselharem turistas estrangeiros a usar calções longos para entrar na água a fim de evitar constrangimentos.

 

Outro exemplo muito claro é conhecer países que vivem no regime socialista, como Cuba e Coreia do Norte. Nesse caso, o governo é extremamente rigoroso ao que a população consome de informações - é por isso que em muitos lugares nem existe internet ainda, ou se existe é extremamente rudimentar. Além disso, o controle com as tecnologias que chegam é muito forte.

 

Não importa para qual continente você irá, qual país será o seu destino, você sem dúvida alguma encontrará culturas e costumes muito diferentes do que aqueles que já está acostumado. Mas é extremamente importante durante a sua viagem entender o que se passa e aceitar a cultura local.

 

Os valores de cada sociedade só têm sentido no olhar do próprio povo que é adepto àqueles costumes, sendo difícil compreender ao ser visto de um olhar exterior. Para entender sobre cada cultura, é preciso entrar no lugar do outro e tentar entender seus costumes e conhecer sua cultura.

 

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