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Viagem de volta ao mundo é um sonho possível?

Durante muito tempo, dar uma volta ao mundo era apenas coisas de ficção ou digno das aventuras de Marco Polo. Porém, hoje em dia, isso é muito mais mais fácil do que se imagina.

Antes de mais nada, devemos esclarecer que uma viagem de volto ao mundo não necessariamente significa viajar o mundo todo. Ou seja, você não precisa ir para todos os lugares do mundo, mas pelo menos um por continente.

 

O primeiro passo é planejar!

 

Dar uma volta ao mundo demanda horas de pesquisas. Isso porque você precisa definir um itinerário para aproveitar melhor a viagem, nos países que deseja conhecer.

 

Faça uma lista desses lugares e pense no tempo de estadia em cada um deles. Pesquise informações básicas como exigência de visto, clima da região no determinado período e principais atrações para visitar e demais dados que você deseja saber.

 

O que fazer com as passagens?

 

Não há muito segredo: depois do roteiro definido, é hora de tirar o plano do mundo das ideias e enfim executá-lo. Em linhas gerais, existem duas maneiras práticas de comprar passagens para uma volta ao mundo.

 

A primeira delas é comprando os tickets avulsos por trecho, de acordo com a sua vontade. O grande benefício disso é a maior flexibilidade e a liberdade na hora de escolher os destinos, porém é mais trabalhoso e você poderá pagar um pouco mais caro de acordo com a demanda e a antecedência da compra.

 

A outra opção, e que pouca gente conhece, é adquirir uma passagem de volta ao mundo (conhecida internacionalmente como “round the world ticket”). Com esse bilhete, você pode reservar todos os voos da sua viagem com antecedência e garantir um roteiro definido.

 

Como funciona esse ticket?

 

Existem alianças entre companhias aéreas que vendem esse tipo de passagem, contando com simuladores online para você escolher os destinos desejados e montar um roteiro personalizado. Você pode conferir mais sobre isso neste link. 

 

Existem algumas regras que variam de acordo com cada aliança, mas que em linhas gerais podem ser resumidas em:

 

- A viagem precisa necessariamente começar e terminar no mesmo país.

 

- A viagem deve ter uma duração mínima de 10 dias e máxima de 1 ano.

 

- É necessário ter no mínimo 3 trechos diferentes e no máximo 16.

 

- É preciso dar uma volta completa no globo, seguindo o mesmo sentido.

 

- O preço da viagem é calculado levando em consideração o número de milhas percorridas, a classe escolhida e o número de continentes visitados.

 

- Se você precisar alterar alguma data de voo, você poderá fazer sem pagar taxas, desde que dentro do prazo mínimo determinado pela aliança.

 

Uma viagem de até um ano pode custar a partir de US$ 5.000 (cerca de R$ 18.400), variando de acordo com os destinos escolhidos e a antecedência da compra.

 

De forma geral, essa é opção mais segura e pode até ser mais barata do que comprar os trechos de forma separada. Porém, ela pode deixar sua viagem com uma flexibilidade menor do que a outra opção.

 

Quanto tempo deve levar uma viagem de volta ao mundo?

 

Você provavelmente já escutou a expressão: "Volta ao mundo em 30 dias", certo? É perfeitamente possível realizar esse aventura nesse período. Como explicamos anteriormente, o limite mínimo de dias do ticket de volta ao mundo é até menor, de 10 dias.

 

Porém, é preciso pensar: uma viagem de 10 dias é mais indicada para quem quer "pisar" nos destinos, sem de fato conhecê-los. Em 30 dias, a correria continua grande: você pode ficar - usando o número máximo de trechos (16) - menos de dois dias em cada destino! Isso sem considerar o tempo perdido em deslocamentos e conexões.

 

Por isso, opte pelo máximo de tempo que você puder viajar, pois dessa maneira você terá tempo suficiente de conhecer, visitar e aproveitar os países escolhidos.

 

Os gastos são muito altos?

 

Além das passagens aéreas, você precisa pensar nos gastos que terá nos destinos que serão visitados. Há quem diga que você pode gastar US$ 50 por dia, mas é possível passar com bem menos, basta apenas pesquisar muito e apertar o cinto onde você conseguir.

 

Sites como o Numbeo disponibilizam tabelas atualizadas com os custos médios de vida em cada país. Gastos com passeios, atrações turísticas, bares e restaurantes podem ser vistos no TripAdvisor.

 

Além disso, você pode deixar os hotéis de lado e apostar em hospedagens alternativas, como pousadas mais baratas, hostels e Airbnb, que podem ajudar a reduzir os gastos consideravelmente.

 

Tudo varia de acordo com o estilo de vida do viajante. Você pode gastar muito com alimentação, ou optar por restaurantes mais baratos. A dica é não se privar do mínimo de conforto necessário para o seu bem-estar e tente sempre usar o raciocínio da compensação. Gastar menos na Europa, pode significar aproveitar mais na Ásia - ou vice-versa.

 

E meu dinheiro?

 

Usar o cartão de crédito em uma viagem de volta ao mundo ainda é a opção mais prática e segura - embora seja cobrada uma taxa de 6,38% de IOF a cada compra. Saques em conta corrente feitos no exterior também são taxados com a mesma porcentagem. No entanto, encontrar um caixa eletrônico que aceite o seu cartão pode não ser a tarefa mais fácil do mundo no litoral tailandês ou no Deserto do Atacama.  

 

Dinheiro em espécie é ótimo para fugir das taxas dos cartões, mas há a preocupação adicional com a segurança. Porém, se preferir fazer dessa forma, leve nas moedas facilmente conversíveis como dólar ou euro.

 

Entendeu um pouco de como organizar sua viagem de volta ao mundo? Pode parecer complicado, mas com planejamento e muita força de vontade, você poderá fazer a viagem dos seus sonhos!

 

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Durante muito tempo, dar uma volta ao mundo era apenas coisas de ficção ou digno das aventuras de Marco Polo. Porém, hoje em dia, isso é muito mais mais fácil do que se imagina.

Antes de mais nada, devemos esclarecer que uma viagem de volto ao mundo não necessariamente significa viajar o mundo todo. Ou seja, você não precisa ir para todos os lugares do mundo, mas pelo menos um por continente.

 

O primeiro passo é planejar!

 

Dar uma volta ao mundo demanda horas de pesquisas. Isso porque você precisa definir um itinerário para aproveitar melhor a viagem, nos países que deseja conhecer.

 

Faça uma lista desses lugares e pense no tempo de estadia em cada um deles. Pesquise informações básicas como exigência de visto, clima da região no determinado período e principais atrações para visitar e demais dados que você deseja saber.

 

O que fazer com as passagens?

 

Não há muito segredo: depois do roteiro definido, é hora de tirar o plano do mundo das ideias e enfim executá-lo. Em linhas gerais, existem duas maneiras práticas de comprar passagens para uma volta ao mundo.

 

A primeira delas é comprando os tickets avulsos por trecho, de acordo com a sua vontade. O grande benefício disso é a maior flexibilidade e a liberdade na hora de escolher os destinos, porém é mais trabalhoso e você poderá pagar um pouco mais caro de acordo com a demanda e a antecedência da compra.

 

A outra opção, e que pouca gente conhece, é adquirir uma passagem de volta ao mundo (conhecida internacionalmente como “round the world ticket”). Com esse bilhete, você pode reservar todos os voos da sua viagem com antecedência e garantir um roteiro definido.

 

Como funciona esse ticket?

 

Existem alianças entre companhias aéreas que vendem esse tipo de passagem, contando com simuladores online para você escolher os destinos desejados e montar um roteiro personalizado. Você pode conferir mais sobre isso neste link. 

 

Existem algumas regras que variam de acordo com cada aliança, mas que em linhas gerais podem ser resumidas em:

 

- A viagem precisa necessariamente começar e terminar no mesmo país.

 

- A viagem deve ter uma duração mínima de 10 dias e máxima de 1 ano.

 

- É necessário ter no mínimo 3 trechos diferentes e no máximo 16.

 

- É preciso dar uma volta completa no globo, seguindo o mesmo sentido.

 

- O preço da viagem é calculado levando em consideração o número de milhas percorridas, a classe escolhida e o número de continentes visitados.

 

- Se você precisar alterar alguma data de voo, você poderá fazer sem pagar taxas, desde que dentro do prazo mínimo determinado pela aliança.

 

Uma viagem de até um ano pode custar a partir de US$ 5.000 (cerca de R$ 18.400), variando de acordo com os destinos escolhidos e a antecedência da compra.

 

De forma geral, essa é opção mais segura e pode até ser mais barata do que comprar os trechos de forma separada. Porém, ela pode deixar sua viagem com uma flexibilidade menor do que a outra opção.

 

Quanto tempo deve levar uma viagem de volta ao mundo?

 

Você provavelmente já escutou a expressão: "Volta ao mundo em 30 dias", certo? É perfeitamente possível realizar esse aventura nesse período. Como explicamos anteriormente, o limite mínimo de dias do ticket de volta ao mundo é até menor, de 10 dias.

 

Porém, é preciso pensar: uma viagem de 10 dias é mais indicada para quem quer "pisar" nos destinos, sem de fato conhecê-los. Em 30 dias, a correria continua grande: você pode ficar - usando o número máximo de trechos (16) - menos de dois dias em cada destino! Isso sem considerar o tempo perdido em deslocamentos e conexões.

 

Por isso, opte pelo máximo de tempo que você puder viajar, pois dessa maneira você terá tempo suficiente de conhecer, visitar e aproveitar os países escolhidos.

 

Os gastos são muito altos?

 

Além das passagens aéreas, você precisa pensar nos gastos que terá nos destinos que serão visitados. Há quem diga que você pode gastar US$ 50 por dia, mas é possível passar com bem menos, basta apenas pesquisar muito e apertar o cinto onde você conseguir.

 

Sites como o Numbeo disponibilizam tabelas atualizadas com os custos médios de vida em cada país. Gastos com passeios, atrações turísticas, bares e restaurantes podem ser vistos no TripAdvisor.

 

Além disso, você pode deixar os hotéis de lado e apostar em hospedagens alternativas, como pousadas mais baratas, hostels e Airbnb, que podem ajudar a reduzir os gastos consideravelmente.

 

Tudo varia de acordo com o estilo de vida do viajante. Você pode gastar muito com alimentação, ou optar por restaurantes mais baratos. A dica é não se privar do mínimo de conforto necessário para o seu bem-estar e tente sempre usar o raciocínio da compensação. Gastar menos na Europa, pode significar aproveitar mais na Ásia - ou vice-versa.

 

E meu dinheiro?

 

Usar o cartão de crédito em uma viagem de volta ao mundo ainda é a opção mais prática e segura - embora seja cobrada uma taxa de 6,38% de IOF a cada compra. Saques em conta corrente feitos no exterior também são taxados com a mesma porcentagem. No entanto, encontrar um caixa eletrônico que aceite o seu cartão pode não ser a tarefa mais fácil do mundo no litoral tailandês ou no Deserto do Atacama.  

 

Dinheiro em espécie é ótimo para fugir das taxas dos cartões, mas há a preocupação adicional com a segurança. Porém, se preferir fazer dessa forma, leve nas moedas facilmente conversíveis como dólar ou euro.

 

Entendeu um pouco de como organizar sua viagem de volta ao mundo? Pode parecer complicado, mas com planejamento e muita força de vontade, você poderá fazer a viagem dos seus sonhos!

 

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