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Que tal fazer trabalho voluntário no exterior?

As opções de intercâmbio social fora do Brasil são muito variadas em termos de duração e atividade a ser desempenhada

 

Já ouviu falar em intercâmbio social? O conceito tem conquistado um público cada vez maior interessado não apenas em passar um tempo fora do Brasil para estudar ou ganhar experiência profissional, como também para fazer o bem. A pessoa se inscreve como voluntária com o objetivo de ajudar projetos sociais, comunidades locais ou ONGs espalhadas pelo mundo todo.

 

As opções de trabalho voluntário no exterior são muito variadas em termos de duração e atividade a ser desempenhada, por isso  o viajante pode pesquisar diferentes projetos e optar por aquele que necessita da ajuda que ele melhor pode oferecer. O tipo de trabalho social exercido varia de acordo com cada projeto, mas algumas atividades são mais comuns, como ensinar de idiomas (principalmente o inglês), cuidar de crianças e ajudar na organização comunitária.

 

World Packers

 

Existem diversas instituições que fazem essa ponte entre os voluntários brasileiros e os projetos do mundo inteiro. Uma delas é a World Packers, que além das viagens de impacto social, também organiza intercâmbios de trabalho e voltados à natureza e bem-estar. Uma rápida pesquisa no site oficial indica que há quase 300 oportunidades em todos os continentes da Terra, incluindo desde África Subsaariana e Oriente Médio até América do Norte e Europa. Que tal ensinar esportes em um orfanato em Gana, dar aulas de inglês para crianças quenianas ou ajudar na limpeza de um jardim de infância no Nepal?

 

Toda vaga possui uma descrição detalhada das atividades e conta com relatos de pessoas que já passaram por essa experiência. Está com receio de que não vai se acostumar com o ambiente ou o ritmo de trabalho? A brasileira Ericka, que trabalhou como tutora no Quênia,  dá seu recado: “Experiência mais transformadora da minha vida. Equipe incrível, extremamente amorosa e prestativa. As crianças são verdadeiros anjos. Aprendizado espiritual fantástico!”.

 

Exchange do Bem

 

Trabalho semelhante faz o Exchange do Bem, que deixa bem claro seu objetivo já no nome da organização. O interessado no intercâmbio social pode escolher entre sete frentes diferentes para atuar: comunidade, educação, empoderamento feminino, esportes, proteção à infância, proteção aos animais e saúde. “A principal habilidade necessária é a vontade de tornar o mundo melhor. Alguns projetos, como trabalhar em um hospital, são voltados exclusivamente para estudantes de medicina ou médicos, porém a grande maioria não exige nenhuma habilidade especial”, dizem os organizadores.

 

E aí, deu vontade de embarcar nessa aventura? Uma última recomendação dos especialistas para quem busca fazer voluntariado internacional, é importante atentar-se às diferenças culturais de um país para outro, principalmente para quem não possui muita vivência no exterior. Além da barreira do idioma diferente do português, o viajante precisa estar ligado e, principalmente, aberto a experimentar realidades novas e contribuir para melhorar a vida as pessoas da região. Pronto para essa experiência transformadora?

 

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As opções de intercâmbio social fora do Brasil são muito variadas em termos de duração e atividade a ser desempenhada

 

Já ouviu falar em intercâmbio social? O conceito tem conquistado um público cada vez maior interessado não apenas em passar um tempo fora do Brasil para estudar ou ganhar experiência profissional, como também para fazer o bem. A pessoa se inscreve como voluntária com o objetivo de ajudar projetos sociais, comunidades locais ou ONGs espalhadas pelo mundo todo.

 

As opções de trabalho voluntário no exterior são muito variadas em termos de duração e atividade a ser desempenhada, por isso  o viajante pode pesquisar diferentes projetos e optar por aquele que necessita da ajuda que ele melhor pode oferecer. O tipo de trabalho social exercido varia de acordo com cada projeto, mas algumas atividades são mais comuns, como ensinar de idiomas (principalmente o inglês), cuidar de crianças e ajudar na organização comunitária.

 

World Packers

 

Existem diversas instituições que fazem essa ponte entre os voluntários brasileiros e os projetos do mundo inteiro. Uma delas é a World Packers, que além das viagens de impacto social, também organiza intercâmbios de trabalho e voltados à natureza e bem-estar. Uma rápida pesquisa no site oficial indica que há quase 300 oportunidades em todos os continentes da Terra, incluindo desde África Subsaariana e Oriente Médio até América do Norte e Europa. Que tal ensinar esportes em um orfanato em Gana, dar aulas de inglês para crianças quenianas ou ajudar na limpeza de um jardim de infância no Nepal?

 

Toda vaga possui uma descrição detalhada das atividades e conta com relatos de pessoas que já passaram por essa experiência. Está com receio de que não vai se acostumar com o ambiente ou o ritmo de trabalho? A brasileira Ericka, que trabalhou como tutora no Quênia,  dá seu recado: “Experiência mais transformadora da minha vida. Equipe incrível, extremamente amorosa e prestativa. As crianças são verdadeiros anjos. Aprendizado espiritual fantástico!”.

 

Exchange do Bem

 

Trabalho semelhante faz o Exchange do Bem, que deixa bem claro seu objetivo já no nome da organização. O interessado no intercâmbio social pode escolher entre sete frentes diferentes para atuar: comunidade, educação, empoderamento feminino, esportes, proteção à infância, proteção aos animais e saúde. “A principal habilidade necessária é a vontade de tornar o mundo melhor. Alguns projetos, como trabalhar em um hospital, são voltados exclusivamente para estudantes de medicina ou médicos, porém a grande maioria não exige nenhuma habilidade especial”, dizem os organizadores.

 

E aí, deu vontade de embarcar nessa aventura? Uma última recomendação dos especialistas para quem busca fazer voluntariado internacional, é importante atentar-se às diferenças culturais de um país para outro, principalmente para quem não possui muita vivência no exterior. Além da barreira do idioma diferente do português, o viajante precisa estar ligado e, principalmente, aberto a experimentar realidades novas e contribuir para melhorar a vida as pessoas da região. Pronto para essa experiência transformadora?

 

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